*Não fosse o amanhã, que dia agitado seria o hoje!

sexta-feira, 3 de maio de 2013


“A prefeitura de São Paulo propôs reajuste de 0,82% no salário do professor da rede municipal. Se desse uma barrinha de cereal pra cada um talvez evitasse a greve a partir de sexta-feira.”
Tutty Vasques

Registro do 30º Congresso da UNE em Ibiúna
O governo brasileiro vai acelerar os processos de anistia política dos ex-líderes estudantis que foram presos no 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna (SP), em 1968, durante a ditadura militar. [...] A decisão foi confirmada pelo presidente da Comissão de Anistia e secretário nacional da Justiça, Paulo Abrão, em reunião com dirigentes da União Estadual dos Estudantes de São Paulo. "Foi uma grande vitória da nossa geração poder conseguir a anistia da geração que nos formou, que criou as condições para que o movimento estudantil chegasse ao que é hoje", disse o presidente da UEE-SP, Alexandre Cherno. Leia

Semana passada havia falado dessa turma – confira. Minha amiga Cacau, que enviou o texto e a foto acima, subscreve: “Fique triste não, pois dessa foto sobraram algumas cabras, que embora, hoje, sexagenárias, com certeza não perderam suas ideologias: continuam “cabreiras” assim como devem ser todas as cabras”. Cacau zoa com a minha cara, mas na época do Congresso, em Ibiúna, ela nem havia nascido. Valeu amiga, pelo menos, permanece o sentimento de que as cabras são fieis.

Porém fica no ar uma pergunta: Quando o secretário nacional da Justiça, Paulo Abrão, dentre outras coisas, afirmou “...que criou as condições para que o movimento estudantil chegasse ao que é hoje”, ele se referia exatamente ao que? A UNE e Ubes - mãe e a tia de todas as uniões estudantis Brasil afora, atualmente ligada e controlada pelo PC do B, partido que integra, a base do governo federal - sofre com o aparelhamento e a burocratização, sendo incapaz de realizar os enfrentamentos necessários às lutas estudantis. Sua principal fonte de renda - a venda das carteiras de estudantes, benefício permitido por lei desde a década de 1930 – foi para o brejo, quando em 2001, o então ministro da Educação Paulo Renato, editou uma MP que concedia o direito de emitir a carteirinha de estudante a qualquer instituição de ensino. Agora cá pra nós anistiazinha demorada essa, né mesmo? Cadê o socialismo do século XX? Leia mais sobre o assunto.

A Oi iniciou sua operação de 4G no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (25). Nas cinco outras cidades-sede da Copa das Confederações (Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza), a pré-venda e as ofertas comerciais começarão na primeira quinzena de maio. Mas, segundo a empresa, a infraestrutura de rede estará pronta até o dia 30 de abril, data-limite estipulada pela Anatel para o início da operação do 4G nesses locais. A corrida do 4G no Brasil começou na semana passada com a Claro, que já opera em todas as cidades sede da Copa das Confederações.  A Vivo deve fazer o anuncio de sua oferta de 4G no dia 30 de abril. Leia

Mas, porém, todavia, entretanto...”O serviço de telefonia móvel de quarta geração (4G) na faixa de 700 MHz não estará disponível na Copa do Mundo de 2014, mas isso não deverá comprometer o uso de celulares pelos turistas que vierem ao torneio, disse João Rezende, presidente da Anatel. Em 2014 não tem 700 MHz ainda. Em 2014 vai ter de trabalhar no 2,5 GHz, disse Rezende, lembrando que o leilão de 4G para essa faixa de frequência deve ocorrer em janeiro de 2014 e que não haveria tempo hábil para implementar a frequência antes dos jogos, que começarão em junho. Segundo Rezende, a faixa só deve começar a ser usada para o 4G a partir de 2015. A frequência é usada em vários países para essa tecnologia. Sem ela, parte dos turistas com celulares 4G que vierem ao mundial terá de usar a rede 3G”. Leia

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) entregará, na próxima segunda-feira (29), à Anatel, um ofício no qual questiona os primeiros passos da internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G) no Brasil. Entre as argumentações está a de que a limitação de downloads abreviará a alta velocidade alardeada como a grande vantagem do novo serviço. “É como você pagar por uma carruagem que no meio do caminho vira abóbora. Quem contrata o serviço 4G quer transmitir muitos dados de forma rápida. Se as operadoras põem um limite de quantidade de dados e decide que, ao atingi-lo, a velocidade da rede diminui, elas, de certa forma, estão enganando o consumidor” – disse a jornalistas a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci. Leia

A coisa, como parece ser regra no Brasil, já começa mal. “Há mais sortilégios entre as operadoras de telefonia celular e a Anatel, que a vã filosofia, de seus usuários, possa imaginar", diria Shakespeare, se precisasse usar a internet móvel no Brasil. Como afirmou a Maria Inês, dá pra sentir, pelo andar da carruagem, que a magia, dessa fada-madrinha, tá operando na faixa da bruxaria. O - precocemente velho - serviço 3G, em alguns lugares deste país - e não são poucos - ainda nem consegui calçar seu “sapatinho de cristal”.

Se por muito menos o tomate fez um estrago na economia doméstica, imagina aonde vai parar o preço da abóbora, se a tal fada-mandinga - OPs! – fada-madrinha não reunir os poderes mefistofélicos necessários para operar essa magia?

A direção nacional do PT determinou a retirada do ar de inserção regional de TV do partido no Maranhão na qual eram feitos ataques ao governo Roseana Sarney. Uma ala do PT integra o governo do estado, mas o partido é rachado, com o outro setor do partido radicalmente contra a família Sarney. A governadora teria se queixado ao ex-ministro José Dirceu, com quem se reuniu segunda-feira, em São Luís. Informado, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, determinou a interrupção da veiculação do programa. A inserção, de 30 segundos, era estrelada por Marcio Jardim, integrante da executiva estadual do PT. Ele começa elogiando os governos Lula e Dilma Rousseff, afirmando que o Brasil melhorou muito, e faz um contraponto com a situação do Maranhão: "O Maranhão continua ostentando os piores indicadores sociais do país. Somos os piores na Saúde e na Educação. Vivemos num estado de profunda insegurança, medo e violência, que aterroriza todos nós. Com o PT, haveremos de inaugurar um tempo de mudança, renovação e esperança para o Maranhão". Leia

Da série Tá certo isso Arnaldo? - A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, que já foi senadora, pediu a aposentadoria ao Senado. A medida foi publicada no Boletim Administrativo da Casa e vai lhe render um benefício de R$ 20,9 mil, valor que se somará aos R$ 15,4 mil que ela já recebe para comandar o Estado. Segundo sua assessoria, Roseana não pretende abrir mão do salário atual por conta do novo rendimento. Com o acúmulo dos dois vencimentos, ela terá um salário de, pelo menos, R$ 36,3 mil, superior ao salário dos ministros do STF, hoje em R$ 28.059,29, que é o teto do funcionalismo público. Leia

 “Brasil, um país do futuro... do pretérito!
Cacau Quil





quinta-feira, 2 de maio de 2013


“Acredito que a caxirola faz parte não só do futebol, mas da imensa capacidade do nosso país de fazer um instrumento muito mais bonito que a vuvuzela”
Dilma Rousseff, ao lançar a caxirola.

A delgada federal, Helô, no exato momento em que era comunicada
sobre a legalização do tráfico de médicos para o Brasil.
No encontro com a Frente Nacional de Prefeitos, a presidente Dilma foi enfática na defesa da importação de médicos da Espanha e de Portugal. Sobre a resistência dos sindicatos, disse que “é uma briga que vale a pena ser enfrentada”. Ilimar Franco – O Globo

Opção1 - Com o dinheiro que ganhou limpando sapatos de juízes, desembargadores e advogados, o engraxate Joaquim Pereira, de 24 anos, acaba de se formar em direito em uma instituição particular de Goiânia. Mesmo com o diploma em mãos, ele não abandonou o ofício que aprendeu quando era criança e que lhe rende cerca de R$ 2 mil por mês. Agora, o objetivo é se preparar para passar no Exame da OAB e, depois, continuar estudando para ser promotor de Justiça. “Não quero ser qualquer profissional”, ressalta. Até lá, o jovem comunicativo e bem-humorado continuará cativando seus clientes como engraxate nas ruas do centro da capital. Sem deixar a vaidade de lado, já que uma das suas peculiaridades é trabalhar sempre bem vestido, com calça, camisa e sapatos impecáveis. Leia

Opção2 - Ela tem 21 anos, é recém-formada em letras pela Universidade Federal de São Carlos, exibe em tatuagens pelo corpo frases de Guimarães Rosa e Manuel Bandeira, adotou como pseudônimo um nome que faz referência a um personagem do escritor russo Vladimir Nabokov e assume, sem problemas, ser garota de programa. Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, mantém um blog em que escreve contos baseados nas experiências com seus clientes e chama a atenção ao tentar quebrar o tabu do sexo. “Sempre gostei de sexo, então tinha um desejo secreto de trabalhar com isso e não há nada mais justo, faço porque gosto”, afirmou em entrevista ao G1. A realidade de Gabriela sempre foi diferente da vida de uma parcela das garotas de programa que são universitárias e optam por se prostituir para manter as despesas com os estudos. [...] O site recebe cerca de duas mil visitas por dia e é nele que Lola posta sua rotina como prostituta. Leia

O descaso por algumas profissões no Brasil é gritante. Lideram a lista os professores, mas depois da política do governo, para “legalização do tráfico de médicos” - que talvez seja mais um caso para a delegada Helô – a coisa desanda. A opção do engraxate Joaquim Pereira, faz sentido e deixa bem clara essa situação. Quanto aos médicos... bem, aqueles que se sentirem prejudicados pela concorrência do tráfico internacional de médicos, resta-lhes a Opção2, da Gabriela, vai que...! Mas é bom lembrar: o Brasil não anda precisando importar médicos, precisa sim de hospitais decentes, para que os doutores, nativos, possam trabalhar honestamente.

Nota de rodapé: Semana passada, em uma entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos, o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, quando perguntado, sobre “uma mulher bonita”, ele não vacilou e mandou, na lata: “Giovana Antonelli, o rosto dela é perfeito”. Como dizia minha vó, Da Elizabeth, a primeira e única - pelo menos por parte de mãe: Quem pode, é! O resto se engana no Photoshop. 

Literatura em pílulas - Editoras desmembram o livro para vendê-lo em textos curtos, na forma digital e em papel antes que o livro morra, como os apocalípticos apostam que ocorrerá, o mercado editorial resolveu fazer picadinho dele. Há picadinho de papel e picadinho digital, ambos a preços camaradas. No rastro de uma tendência iniciada no exterior, editoras brasileiras começam a desmembrar títulos e vender apenas um conto, um ensaio ou outras narrativas curtas. Sim, você já viu esse filme, quando, há quase uma década, a indústria fonográfica passou a oferecer faixas separadas de seus álbuns. O princípio dos editores é quase o mesmo - os arquivos digitais dos e-book também agilizam o processo industrial de produção-, mas no mundo livreiro a ideia foi transposta ao formato físico. Pelo menos duas grandes editoras, L&PM e Companhia das Letras, lançaram, em papel, coleções de narrativas breves, em geral retiradas de títulos de seus catálogos.

A praticidade das plataformas móveis também é apontada como um trunfo por Fabio Uehara, que cuida dos projetos digitais da Penguin-Companhia das Letras. Em abril, a editora começa a vender, por R$ 7,50, e-books da coleção Grandes Ideias, de ensaios consagrados. Textos curtos são ainda o foco do projeto digital da editora Objetiva, em fase de implantação, coordenado pelo jornalista Arthur Dapieve. Ele conta que os e-books terão em torno de 30 mil palavras, ou cerca de 50 páginas de um livro tradicional. "Textos desse tamanho são curtos demais para serem publicados em livro e muito grandes para serem publicados em jornal. Há aí uma lacuna, que pretendemos preencher", relata Dapieve. "Temos de explorar as possibilidades do digital, fazer diferente do impresso. Seria impossível vender só um conto no papel", diz o diretor editorial da “34”, Paulo Malta. Leia

Taí uma boa ideia e tomara que dê certo. Mas seria bom que os livreiros não se empolgassem muito com os preços. Por enquanto, é bom fazer bem essas contas, pois dependendo do livro, é melhor compra-lo na livraria, por inteiro. Mas o conceito da literatura em pílulas é genial e vamos torcer pelo seu sucesso, até porque livro tá caro pra caramba.

Nota de rodapé: Depois que as indústrias fonográficas instituíram a opção de comprar faixas separadas de seus álbuns, nunca mais comprei um cd. Baixo o que quero - e de quem quero - pelo iTunes, a um preço médio de U$ 1,00, por música – e, pelo menos no iTunes, a qualidade é bem melhor que o mp3 que rola por aí – mas é preciso tomar cuidado, pois o formato das músicas do iTunes (acc), pode não ser reconhecido pelo seu player. 

A Caxirola insurgente: A “revolta da caxirola” ocorrida no primeiro tempo do Ba-Vi  [jogo entre o Bahia e o Vitória, em Salvador], do último domingo não deverá ficar impune. Nesta segunda-feira, a Polícia Militar (PM) anunciou que irá punir os torcedores que atiraram no gramado o instrumento criado por Carlinhos Brown para ser utilizado na Copa das Confederações deste ano e na Copa do Mundo de 2014. Leia mais.

Segundo minha amiga Cacau, o movimento começa a tomar força Brasil afora. Lá na Capital já se fala em “Caxilore o Congresso Nacional”, em analogia ao “Occupy Wall Street” (setembro de 2011) - movimento de protesto contra a desigualdade econômica e social, a ganância, a corrupção e a indevida influência das empresas, no governo dos Estados Unidos - que ocupou o Zuccotti Park, em Manhattan, NY. Me perdoem o lugar comum, mas imagine uma “revolta da caxilora”, na Copa? 

Foram sete dias sem voltar para casa. Na quarta-feira, eu e três polici­ais desembarcamos de um blindado. Estávamos em campo aberto e ficamos num fogo cruzado, tomando tiro de um lado e granada de ou­tro. Fui atingida por estilhaços no tornozelo. O rádio não pegava, a munição estava acabando e o blindado quebrou e não podia nos res­gatar. Mas no tiroteio não dá tempo de ter medo, senão você congela. Felizmente outro blindado nos pegou. Fui a um hospital, tirei sete es­tilhaços e voltei. A ocupação foi no domingo”.

Relato sobre um momento da Guerra na Síria? Cenas de um conflito entre o exército de Israel e o Hamas, na Faixa de Gaza? Não é a descrição de como foi a ocupação da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão  – por Flávia Louzada, cabo do 22º BPM da Maré, em (trecho) da entrevista a Mauro Ventura, para Revista O Globo (21.04.13).


quarta-feira, 1 de maio de 2013


“Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem”
Millor Fernandes

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá uma coluna mensal que será distribuída pela agência do jornal norte-americano The New York Times. De acordo com a assessoria do ex-presidente, os textos vão abordar política e economia internacional, além de iniciativas para o combate à fome e à miséria no mundo. A versão em português do texto será publicada no site do Instituto Lula.

Lula e New York Times - A relação entre o ex-presidente e o jornal norte-americano já teve um capítulo polêmico. Em 2004, causou desconforto no governo brasileiro a reportagem "Hábito de beber do presidente vira preocupação nacional", do então correspondente da publicação no Brasil, Larry Rother. O visto do jornalista chegou a ser temporariamente cancelado, mas a decisão foi revogada depois de uma retratação por escrito do repórter.

A notícia, publicada no Estadão, diz ainda: A coluna começará em junho e será distribuída para veículos de todo o mundo, exceto para os brasileiros, conforme estabelecido pelo contrato. O texto pode não ser publicado no jornal norte-americano. Leia.

Os textos do Lula serão distribuídos “para outros jornais de todo o mundo”, ‘menas’ para os brasileiros e para o próprio The New York Times!?... Difícil de entender... difícil de comentar. Tá parecendo literatura do Bezerra da Sila: “Vou enrolar, mas não vou acender agora”.

A gente fica zoando, mas veja bem, o mundo tem registrado frases famosas - verdadeiros meme´s literários - que ficaram gravadas no inconsciente coletivo da humanidade. Por exemplo: “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King; “Estupra, mas não mata”, Paulo Maluf; “O sonho acabou”, de John Lennon; “Bandido bom é bandido morto”, de Luiz Alborghetti, jornalista policial, radialista; "O inferno está cheio de boas intenções”, Samuel Johnson, escritor inglês; “Aí tio...  perdeu!”, de domínio-público nos domínios das ações criminosas; “Houston, nós temos um problema”, de James Lovell, comandante da Apollo 13... dentre outras tantas e tantas. E o mestre Lula, também, contribuiu para esse legado universal, com sua famosa frase “Eu não sabia!”. Como disse Obama: “Esse é o cara”! Uma lenda... e  agora, com legendas em inglês.    

Um cidadão comum?
O governo federal deve lançar em maio um novo plano com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos detentos e estimular a adoção de penas alternativas, a fim de tentar reduzir a superlotação nos presídios. A elaboração do plano foi encomendada pela presidente Dilma Rousseff, segundo informou ao G1 um membro do governo envolvido no trabalho, mas que preferiu não se identificar. Em relação à superlotação, a intenção é estimular – para crimes que envolvem menor grau de violência – a aplicação de penas que não levem necessariamente o autor para a prisão. Exemplos de penas como essas seriam a prestação de serviço comunitário, monitoramento do condenado por meio de tornozeleira eletrônica ou prisão domiciliar. No mês que vem, o STF discutirá em audiência pública se condenados podem ir para prisão domiciliar devido à falta de vagas no regime semiaberto. Leia

Quando “um membro do governo envolvido no trabalho”, prefere não se identificar, é por que a coisa não deve ser boa, pois se fosse, ele já estava dando entrevista pro “Fantástico”. Resumindo o pacote prisional: Falta grana e vontade política – mais vontade política do que grana – pra construir e melhorar as instalações carcerárias. Então a ordem é: abram os portões.  Melhorar a qualidade de vida do detento, tudo bem, mas ficam as perguntas: O que vem a ser “crimes que envolvem menor grau de violência”? Em relação a segurança pública, como fica a qualidade de vida do chamado cidadão comum? Bem verdade que é preciso, antes, definir o que é um “cidadão comum”.

Outro dia a gente andou perguntando onde andava a Rosemary Noronha, pois olha ela aí minha gente: “Os bastidores do processo administrativo disciplinar desencadeado desde fevereiro deste ano pela CGU, vinculada à Presidência da República, contra Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da presidência da República em São Paulo, e ‘amiga íntima’ do ex-presidente Lula, estão agitados. As informações são de que Rose está inquieta, se considera injustiçada e abandonada e, assim como o núcleo petista ligado ao ex-presidente Lula, não perdoa a forma ‘implacável e fria’ como a presidenta Dilma vem tratando muitos ‘companheiros’, não apenas no caso do mensalão, mas, sobretudo, pela maneira com que abraçou a bandeira de suposto combate à ‘corrupção’, atingindo importantes quadros do partido, entre os quais ela se insere”. Blog do Merval Pereira - Leia

Nota de rodapé – O jornalista Claudio Humberto, há tempos, escreveu em seu site: Dilma teria detestado quando soube que, além de "Tia", Rosemary Noronha, se referia a ela como "Gordinha", em suas mensagens. Vixe! A coisa não ia bem pra Rose, mas, claro, dava até pra contornar, porém esses comentários sacramentaram sua condenação. Dilma é mulher – não alimente dúvidas em relação a isso – e mulheres são cruéis, frias e implacáveis, em relação a esse tipo de coisas.  

Namoro ou amizade? (1)
Apesar de, publicamente, Eike negar esse affair, no privado, parece que rolou:
(1)  Foto envida por Sérgio Chear.